Já abracei alguém por uma questão de proteção, já me matei a rir quando não podia, fiz amigos daqueles eternos, e amigos que nunca mais vi. Amei e fui amada, mas também já fui rejeitada, fui amada e não amei. Já gritei e saltei de felicidade, já vivi uma história de amor e fiz juras eternas!
Já chorei a ouvir musica e a ver fotos, já lhe liguei só para ouvir a voz dele, apaixonei-me apenas pelo sorriso dele, já pensei que ia morrer de tantas saudades, e tive medo de o perder. Mas, vivi e ainda vivo. Dá mesmo para não ter vontade e porquê a falta de vontade? porquê a vontade de largar tudo e ir embora? porquê a vontade de desistir? porquê tantos porquês? não sei, esperava ter alguém que me dissesse, a única razão pela qual não quero ir és tu, a única coisa que me prende a esta merda toda és tu.
mas, á tantas vezes que eu quero que não seja assim, tantas vezes me apetece abraçar-me a ti e dizer-te o quanto te amo e nunca mais te largar, tantas vezes que eu desejava que tu fosses só meu, sem nada a meter-se no meio, quem me dera.
Quando chega a altura do adeus é difícil, difícil de dizer, difícil de lidar, adeus, é aquilo que mais custa, mesmo não sendo definitivo.
Mas quem é que quer dizer adeus? Talvez alguém que não saiba, ainda, o que é verdadeiramente ter saudades de alguém.
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